<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Coille Dharaich</title>
	<atom:link href="http://coilledharaich.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://coilledharaich.wordpress.com</link>
	<description>Reconstrucionismo Celta e Cultura Gaélica no Brasil</description>
	<lastBuildDate>Fri, 29 Jul 2011 02:22:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='coilledharaich.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://1.gravatar.com/blavatar/d15707ddfe3e3dda5416f774a2b5bcfe?s=96&#038;d=http%3A%2F%2Fs2.wp.com%2Fi%2Fbuttonw-com.png</url>
		<title>Coille Dharaich</title>
		<link>http://coilledharaich.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://coilledharaich.wordpress.com/osd.xml" title="Coille Dharaich" />
	<atom:link rel='hub' href='http://coilledharaich.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>II Encontro Brasileiro de Druidismo e Reconstrucionismo Celta</title>
		<link>http://coilledharaich.wordpress.com/2011/07/29/ii-encontro-brasileiro-de-druidismo-e-reconstrucionismo-celta/</link>
		<comments>http://coilledharaich.wordpress.com/2011/07/29/ii-encontro-brasileiro-de-druidismo-e-reconstrucionismo-celta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 02:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Badolatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://coilledharaich.wordpress.com/?p=92</guid>
		<description><![CDATA[Depois de um ano sem atualizar, estou chegando com notícias boas e fresquinhas (ok, talvez não tão fresquinhas assim)! Para os desavisados, ano passado ocorreu a primeira edição de um evento inédito aqui no Brasil, o Encontro Nacional de Druidismo e Reconstrucionismo Celta.  Sim, há tempos que temos os mais variados eventos relacionados ao paganismo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=92&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um ano sem atualizar, estou chegando com notícias boas e fresquinhas (ok, talvez não tão fresquinhas assim)!</p>
<p>Para os desavisados, ano passado ocorreu a primeira edição de um evento inédito aqui no Brasil, o Encontro Nacional de Druidismo e Reconstrucionismo Celta.  Sim, há tempos que temos os mais variados eventos relacionados ao paganismo e neo-paganismo em nosso país, mas nunca um apenas voltado ao público druidista/reconstrucionista. Algo que era para nós um sonho, em que poderíamos nos reunir com os amigos, irmãos de alma, mas que moram fisicamente distantes de nós, e compartilhar com aqueles que estão começando, mostrando um pouco do que é este caminho (em verdade, uma multiplicidade de caminhos que se moldam num só).</p>
<p>Bem, um sonho que se tornou realidade! A tarefa de organizar essa estreia foi completada magistralmente pelo queridíssimo grupo Caer Ynis, em Florianópolis, SC. Contaram com palestrar, workshops, vivências e rituais e quem foi não parou de elogiar.</p>
<p>Pra quem perdeu, uma boa notícia: a segunda edição já tem data marcada e vai ser pertinho de São Paulo, em Cotia. A organização, como manda a tradição, fica por conta dos anfitriões: Caer Tabebuya, Caer Itaobi , Ramo de Carvalho, Ramo de Prata e Tyba Imbas h’Amairgin. E podem ter certeza que estamos preparando tudo para ser ainda melhor que o anterior!</p>
<p>Aos interessados, o II Encontro Nacional de Druidismo e Reconstrucionismo Celta será no formato retiro, em uma chácara especialmente escolhida para nossa proposta, e vai ter de tudo um pouco: desde as conhecidas palestras e rituais, até mesa redonda, sessão de tira-dúvidas e workshops de danças tradicionais.</p>
<p>Os detalhes estão no site <a href="http://www.druidismo.com.br">www.druidismo.com.br</a></p>
<p>II Encontro Brasileiro de Druidismo e Reconstrucionismo Celta</p>
<p>Dias 12 a 14 de novembro de 2011</p>
<p>Vagas limitas!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/coilledharaich.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/coilledharaich.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/coilledharaich.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/coilledharaich.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/coilledharaich.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/coilledharaich.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/coilledharaich.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/coilledharaich.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/coilledharaich.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/coilledharaich.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/coilledharaich.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/coilledharaich.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/coilledharaich.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/coilledharaich.wordpress.com/92/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=92&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://coilledharaich.wordpress.com/2011/07/29/ii-encontro-brasileiro-de-druidismo-e-reconstrucionismo-celta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/fb155d0ea8f24b9abcb63e5de9fe6de9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Badolatto</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Táin Bó Flidais</title>
		<link>http://coilledharaich.wordpress.com/2010/06/08/tain-bo-flidais/</link>
		<comments>http://coilledharaich.wordpress.com/2010/06/08/tain-bo-flidais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 20:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Badolatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mitologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://coilledharaich.wordpress.com/?p=84</guid>
		<description><![CDATA[Táin Bó Flidais Leabhar na h-Uidhri e Lebhar Laighneach Tradução: Marcela Badolatto FLIDAIS era a esposa de Ailill Finn (o loiro, o de cabelos claros) na província de Kerry.[1] Ela amava Fergus, filho de Róg por conta dos gloriosos contos sobre ele; e sempre iam mensageiros dela para ele ao terminar de cada semana. Então, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=84&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>Táin Bó Flidais</strong></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><em>Leabhar na h-Uidhri e Lebhar Laighneach</em></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Tradução: Marcela Badolatto</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">FLIDAIS era a esposa de Ailill Finn (o loiro, o de cabelos claros) na província de Kerry.[1] Ela amava Fergus, filho de Róg por conta dos gloriosos contos sobre ele; e sempre iam mensageiros dela para ele ao terminar de cada semana.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então, quando ele veio para Connaught, ele trouxe esse assunto à Ailill[2]</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;O que devo fazer agora, que não cause perda de honra ou renome para ti nesta disputa?” disse Fergus: &#8220;É difícil para mim desnudar sua terra, sem que haja perda de honra e reconhecimento para ti depois.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Sim, o que devemos fazer a seguir na disputa?&#8221; disse Ailill &#8220;Nós iremos decidir isso em conselho com Medb”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Deixe um de nós ir até Ailill Finn,&#8221; disse Medb, &#8220;que ele pode nos ajudar, e como envolve uma reunião de alguém com ele, não existe razão porque não deva ser ti mesmo que vá: esse presente será o melhor para isso!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então Fergus preparou, em número, trinta homens; os dois Fergus (i.e. Fergus mac Róg, e Fergus mac Oen-lama) e Dubhtach; até que eles estavam na vau do Fenna, no norte das terras de Kerry. Eles foram até a cidade, e as boas vindas foram levadas a eles.[3]</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;O que o traz aqui?&#8221; perguntou Ailill Finn.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nós temos a intenção de ficar com você em visita, pois nós temos uma disputa com Ailill, filho de Magach.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Se fosse um de teu povo que tivesse essa disputa, ele deveria ficar comigo até fazer sua paz. Mas vós não devereis ficar.&#8221; disse Ailill Finn &#8220;Foi me dito que minha mulher ama-te!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nós devemos ganhar uma doação de vacas, então&#8221; disse Fergus &#8220;para uma grande necessidade que repousa sobre nós, até mesmo o sustento da tropa que veio comigo em exílio.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Tu não ganharás tal presente de mim,&#8221; ele disse, &#8220;porque não estás comigo em visita. Os homens irão dizer que é para manter minha esposa que eu te dei o que você me pediu. Eu darei à teus soldados um boi e alguns toicinhos para ajudar, se essa é sua vontade.&#8221; [4]</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Eu não comerei do teu pão, no entanto,” disse Fergus &#8220;porque não posso aceitar uma demonstração de honra de ti.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Fora da minha casa todos, então!&#8221; disse Ailill.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Que assim seja,&#8221; disse Fergus &#8220;não devemos começar a pôr cerco em ti e eles próprios se põe para fora.”</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Deixe um homem vir imediatamente combater-me junto a vau no portão deste castelo!” disse Fergus.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Isso[5], pelo bem de minha honra, não será recusado!&#8221; disse Ailill; &#8220;Não vou relegar esta disputa à qualquer outro: Eu mesmo irei.,&#8221; disse ele. Ele foi à vau à frente dele</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Qual de nós, Dubhtach,&#8221; perguntou Fergus, &#8220;deve enfrentar esse homem?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Eu irei,&#8221; disse Dubhtach &#8220;Eu sou mais jovem e preparado do que você.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Dubhtach marchou contra Ailill. Dubhtach impulsionou uma lança direto em Aillil, e ela passou por entre suas coxas. Ele (Ailill) arremessou um dardo em Dubhtach, e então ele guiou a lança direto através dele, (e ela saiu) do outro lado.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Fergus jogou seu escudo sobre Dubhtach. O primeiro (Ailill) empurrou sua lança no escudo de Fergus, de maneira que ele levou até mesmo o cabo através do escudo. Fergus mac Oen-laimi veio então. Fergus mac Oen-laimi segurava um escudo em frente a ele (o outro Fergus). Ailill golpeou sua lança sobre ele, de modo que ela foi forçada através do escudo. Ele saltou de maneira que situou-se na cabeça de seus companheiros. Flidais veio do castelo, e jogou sua capa sobre os três.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Os homens de Fergus fugiram; Ailill os persiguiu. Lá ficaram (mortos) por ele vinte desses homens. Sete deles escaparam para Cruachan Ai, e lá contaram toda a história para Ailill e Medb.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então Ailill e Medb chegaram, e os nobres de Connaught e os exilados do Ulster: eles marcharam para o interior do distrito de Kerry Ai com suas tropas até: o vau do Fenna.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Enquanto isso os homens feridos estavam sendo cuidados no castelo por Flidais, e sua cura era feita por ela.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então as tropas vieram ao castelo. Ailill Finn é convocado por Ailill mac Mata para uma conferência com ele fora do castelo. “Eu não irei,” ele disse “o orgulho e arrogância daqueles homens é grande”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Era,[6] no entanto, para um encontro pacífico que Ailill mac Mata veio a Ailill, o Loiro, assim como ele talvez salvasse Fergus, como era certo que deveria, e que ele talvez depois fizesse paz com ele (Ailill, o Loiro) de acordo com a vontade dos senhores de Connaught.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então os homens feridos foram levados para fora do castelo, em carros de mão, para que pudessem ser carregados por seu próprio povo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então os homens o atacaram (Ailill Finn): enquanto eles atacavam o castelo, e ele não poderia contê-los, uma semana inteira passou desta forma. Sete vezes vinte heróis dentre os nobre de Connaught tombaram durante o tempo em que eles (empenharam-se) em tomar o castelo de Ailill, o Loiro.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">“Não foi com bom presságio que vocês foram a esse castelo” disse Bricriu.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">“Verdade, de fato, é o que ele diz”, disse Ailill Mac Mata. “A expedição é ruim para a honra dos homens do Ulster, na qual seus três heróis caíram, e eles não fizeram vingança por eles. Cada um (dos três) era um pilar de guerra, apesar disso nem um único homem tombou sob as mãos de um dos três! Verdadeiramente esses heróis são grandes para estarem embaixo de tais tufos de palha como eixo dos homens deste castelo. Mais digno é isto de desprezo, que um homem tenha feridos vocês três!”</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">“Ai desgraça minha,” disse Bricriu, “longa é a permanência no chão de meu Papai Fergus, desde que um homem em único combate o colocou abaixo!”</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então os campeões do Ulster apareceram, nus como eram, e fizeram um forte e obstinado ataque em sua raiva e no poder de sua violência, assim eles forçaram o portão externo até que ele estivesse no meio do castelo, e os homens de Connaught foram junto deles. Eles atacaram o castelo com grande bravura contra os valorosos guerreiros que estavam lá. Uma selvagem batalha impiedosa é travada entre eles, e cada homem começa a bater-se contra o outro, e a destruí-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então, depois de eles terem fastigado-se de ferir e sujeitar uns aos outros, as pessoas do castelo estava terminadas, e os homens do Ulster mataram setessentos guerreiros no castelo com Ailill, o Loiro e treze de seus filhos; e Amalgaid, o Bom; e Núado; e Fiacho Muinmethan (Fiacho, o Largo-impelido); e Corpre Cromm (o Curvo ou Torto); e Ailill de Brefne; e os três Oengus Bodbgnai (as Faces do Perigo); e os três Eochaid de Irross (i.e. Irross Donnan); e os sete Breslene de Ai; e os cinquenta Domnalls.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Para a reunião do Gamanrad estavam com Ailill e cada homem de Domnan que havia sido convidado para vir a ele para curá-lo: eles estavam no mesmo lugar montado em seu castelo; pois ele sabia que os exilados do Ulster e Ailill e Medb com seu exército viriam a ele para exigir a devolução de Fergus, pois Fergus estava sob sua proteção.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Essa foi a terceira raça de heróis da Irlanda, nomeados o Clã Gamanrad de Irross Donnan (a peninsula de Donnan), e (os outros dois eram) o Clã Dédad em Temair Lochra, e o Clã Rudraige em Emain Macha. Mas ambos os outros clãs foram destruídos pelo Clã Rudraige.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Mas os homens do Ulster chegaram, e com eles o povo de Medb e Ailill; e eles devastaram o castelo, e levaram Flidais com eles, e levaram as mulheres do castelo em cativeiro; e eles levaram com eles todas as coisas de valor e os tesouros que lá haviam, ouro e prata, e chifres, e copos de beber, e chaves, e barris; e eles levaram o que lá havia de trajes de todas as cores, e levaram o que lá havia de gado, mesmo uma centena de vacas leiteiras, e cento e quarenta bois, e trezentos dos pequenos gados.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E depois destas coisas serem feitas, Flidais foi até Fergus mac Róg de acordo com o decreto de Aillil e Medb, pois eles poderiam ser seu alimento na ocasião do Roubo do Gado de Cualgne. Como um resultado disso, Flidais estava acostumada a cada sétimo dia da produção de suas vacas a ajudar os homens da Irlanda, de modo que durante o Roubo ela pôde provê-los com recursos de vida. Esse, então, foi o Rebanho de Flidais.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Em consequência de tudo isso, Flidais foi com Fergus até sua casa, e ele recebeu a senhoria de uma parte do Ulster, mesmo Mag Murthemni (a planície de Murthemne), junto com aquela que esteve nas mãos de Cuchulain, o filho de Sualtam. Então Flidais morreu após um tempo em Trag Bàli (a costa de Bali), e o estado da casa de Fergus não foi de forma alguma melhor do que aquele. Pois ela costumava suprir todas as necessidades de Fergus quaisquer fossem elas. Fergus morreu após um tempo nas terras de Connaught, depois da morte de sua esposa, logo após ele ter ido lá para obter conhecimento de uma história. Pois, com o objetivo de animar-se, e levar para casa uma doação de vacas de Ailill e Medb, ele havia ido rumo a oeste, para Cruachan, foi, então, em consequência de sua jornada que ele encontrou a morte no oeste, pelo ciúme de Ailill.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Esta é, então, a história do Táin Bó Flidais (Roubo do Gado de Flidais); está entre os prelúdios do Táin Bó Cualnge (Roubo do Gado de Cooley).</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">__________________________________________________________________________________</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Notas de A.H. Leahy, em “Heroic Romances of Ireland, Volume II”:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">1. Kerry é o distrito hoje chamado de Castlereagh, a oeste do distrito de Roscommon.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">2. i.e. Ailill de Connaught.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">3. A versão do Leabhar na h-Uidhri começa nesse ponto.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">4. O Lebhar Laighneach faz o final dessa fala parte da história: “Foi dado para eles um boi com toucinho, com o tanto que eles quisessem de cerveja, como uma festa para eles”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">5. O final da fala é do Lebhar Laighneach. O texto do Leabhar na h-Uidhri dá a fala inteira assim: “Pela minha honra, eu não poderia recuar nessa disputa.”</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">6. Esta passagem é, por vezes, considerada ser uma interpolação por um escriba ou narrados que simpatizada com Connaught. A passagem não ocorre no Lebhar Laighneach.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/coilledharaich.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/coilledharaich.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/coilledharaich.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/coilledharaich.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/coilledharaich.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/coilledharaich.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/coilledharaich.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/coilledharaich.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/coilledharaich.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/coilledharaich.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/coilledharaich.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/coilledharaich.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/coilledharaich.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/coilledharaich.wordpress.com/84/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=84&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://coilledharaich.wordpress.com/2010/06/08/tain-bo-flidais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/fb155d0ea8f24b9abcb63e5de9fe6de9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Badolatto</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A Debilidade dos Homens do Ulster</title>
		<link>http://coilledharaich.wordpress.com/2010/02/22/a-debilidade-dos-homens-do-ulster/</link>
		<comments>http://coilledharaich.wordpress.com/2010/02/22/a-debilidade-dos-homens-do-ulster/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 01:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Badolatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mitologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://coilledharaich.wordpress.com/?p=80</guid>
		<description><![CDATA[A Debilidade dos Homens do Ulster Tradução: Marcela Badolatto Lá, nas alturas e na solidão das colinas, vivia um rico senhor de gado do Ulster, Crunnchu Mac Agnoman era seu nome. Em sua solidão, grande riqueza acumulada por ele. Ele tinha quatro filhos ao seu redor. Sua esposa, a mãe de suas crianças, morrera. Por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=80&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>A Debilidade dos Homens do Ulster</strong></p>
<p style="text-align:center;">Tradução: Marcela Badolatto</p>
<p style="text-align:justify;">Lá, nas alturas e na solidão das colinas, vivia um rico senhor de gado do Ulster, Crunnchu Mac Agnoman era seu nome. Em sua solidão, grande riqueza acumulada por ele. Ele tinha quatro filhos ao seu redor. Sua esposa, a mãe de suas crianças, morrera. Por um longo tempo ele vivera sem uma esposa. Enquanto estava um dia sozinho na cama em sua casa, ele viu entrando na mansão uma jovem majestosa mulher, distinta em sua aparência, vestimenta e comportamento. Macha era o nome da mulher, como os sábios dizem. Ela passou o dia inteiro lá, sem trocar uma só palavra com qualquer um. Ela trouxe uma amassadeira e uma peneira e começou a preparar comida. Conforme o dia caminhou para o fim, ela pegou um vasilhame e ordenhou a vaca, ainda sem falar.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando ela retornou à casa, ela tomou seu direito, entrou em sua cozinha e deu as ordens aos seus empregados; então ela tomou um lugar perto de Crunnchu. Cada um foi para cama; ela permanesceu até o final e apagou o fogo, tomou seu direito novamente e deitou-se junto a ele, descançando sua mão ao lado dele. Por um longo tempo eles moraram junto. Através dessa união com ela, ele cresceu ainda mais em riqueza. Sua bela aparência era prazerosa a ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Os homens do Ulster frequentemente organizavam grandes assembléias e encontros. Todos, tantos quantos poderiam ir, ambos homens e mulheres, foram à reunião. “Eu, também”, disse Crunnchu, “como todos os outros, irei à assembléia.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Não vá,” disse a esposa, “para que não corras perigo ao falar de nós; pois nossa união irá apenas continuar se tu não falares de mim na assembléia.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Eu não pronunciarei uma palavra.”, disse Crunnchu.</p>
<p style="text-align:justify;">Os homens do Ulster reuniram-se para o festival, Crunnchu também indo a esgeirar-se. Era um brilhante festival, não apenas em relação as pessoas, mas também aos cavalos e vestimentas. Lá ocorreram corridas e combates, torneios, jogos e procissões.</p>
<p style="text-align:justify;">À nona hora a carruagem real foi levada à arena, e os cavalos do rei continuaram o dia em disputas. Então bardos aparecera para enaltecer o rei e a rainha, os poetas e os druidas, sua familia, as pessoas e toda a assembléia. As pessoas gritaram: “Nunca antes foram vistos dois cavalos no festival como estes dois cavalos do rei: em toda Irlanda não há par mais veloz!”</p>
<p style="text-align:justify;">“Minha esposa corre mais rápido do que estes dois cavalos,” disse Crunnchu. “Segurem o homem,” disse o rei “e mantenham-no até sua esposa possa ser trazida à competição!”</p>
<p style="text-align:justify;">Isto foi rapidamente feito, e mensageiros foram despachados pelo rei para a mulher. Ela recepcionou os mensageiros e perguntou-lhes o que os levará lá. “Nós viemos para que você liberte seu marido, mantido prisioneiro ao comando do rei, pois ele gabou-se de tu seres mais veloz nos pés do que os cavalos do rei.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Meu marido falou levianamente,” ela disse, “não foi digno ele tê-lo dito. Quanto a mim, estou enferma e a ponto de dar à luz uma criança.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Ai de ti por isso,” disseram os mensageiros, “pois seu marido será posto à morte se não vieres.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Então preciso ir” ela disse.</p>
<p style="text-align:justify;">Imediatamente ela foi para a assembléia. Todos amontoaram-se para vê-la. “Não é honroso,” ela disse, “que eu deva ser vista nesta condição. Por que razão sou trazida para cá?”</p>
<p style="text-align:justify;">“Para correr em competição contra os dois cavalos do rei.”, clamava a multidão.</p>
<p style="text-align:justify;">“Ai de mim!” ela chorou, “pois está perto a minha hora.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Desembanhem suas espadas e levem aquele homem à morte.” disse o rei.</p>
<p style="text-align:justify;">“Ajudem-me,” ela chorou aos espectadores, “pois uma mãe fez nascer cada um de vocês. Dê-me, Ó Rei, apenas um curto adiamento, até que eu esteja livre.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Não será assim.”, replicou o rei.</p>
<p style="text-align:justify;">“Então vergonha sobre vocês que mostraram tão pouco respeito por mim,”, ela gritou. “pois vocês não tiveram piedade de mim, uma grávida. Infâmia cairá sobre vocês.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Qual é teu nome?”, perguntou o rei.</p>
<p style="text-align:justify;">“Meu nome,” ela disse, “e o nome pelo qual devo parir, será para sempre o nome do local desta assembléia. Eu sou Macha, filha de Sainreth mac Imbaith (Estranho filho do Oceano). Traga os cavalos ao meu lado!” Assim foi feito e ela ultrapassou os cavalos e chegou antes no final do curso. Então ela soltou um grito de dor, mas Deus a ajudou, e ela pariu gêmeos, um filho e uma filha, antes dos cavalos alcançarem a chegada. Por isso o lugar é chamado “Emain Macha”, os “Gêmos de Macha”.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos que a ouviram gritar foram repentinamente tomados de fraqueza, de maneira que eles não tinham mais força que a mulher em sua dor. E ela disse, “Desta hora em diante a grande deshonra que vocês me inflingiram irá resultar em vergonha para cada um de vocês. Quando um tempo de opressão atingi-los, cada um de vocês que habita esta provincia será submetido a fraqueza, como a fraqueza de uma mulher no parto, e isso os afligirá por cinco dias e quatro noites; até a nona geração será assim.”</p>
<p style="text-align:justify;">Assim foi. Continuou dos dias de Crunnchu aos dias de Fergus mac Donnell, ou até o tempo de Forc, filho de Dallan, filho de Mainech, filho de Lugaid. Três classes de pessoas haviam sob quem a debilidade não tinha poder, ou seja, as crianças e mulheres do Ulster, e Cu Chulainn, pois ele não era descendente do Ulster; ninguém, além disso, que estava fora da provincia era atingido por ela.</p>
<p style="text-align:justify;">E esta é a causa do Noinden Ulad, ou a Debilidade dos Homens do Ulster.</p>
<p style="text-align:justify;">A Debilidade dos Homens do Ulster</p>
<p style="text-align:justify;">tradução: Marcela Badolatto</p>
<p style="text-align:justify;">Lá, nas alturas e na solidão das colinas, vivia um rico senhor de gado do Ulster, Crunnchu Mac Agnoman era seu nome. Em sua solidão, grande riqueza acumulada por ele. Ele tinha quatro filhos ao seu redor. Sua esposa, a mãe de suas crianças, morrera. Por um longo tempo ele vivera sem uma esposa. Enquanto estava um dia sozinho na cama em sua casa, ele viu entrando na mansão uma jovem majestosa mulher, distinta em sua aparência, vestimenta e comportamento. Macha era o nome da mulher, como os sábios dizem. Ela passou o dia inteiro lá, sem trocar uma só palavra com qualquer um. Ela trouxe uma amassadeira e uma peneira e começou a preparar comida. Conforme o dia caminhou para o fim, ela pegou um vasilhame e ordenhou a vaca, ainda sem falar.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando ela retornou à casa, ela tomou seu direito, entrou em sua cozinha e deu as ordens aos seus empregados; então ela tomou um lugar perto de Crunnchu. Cada um foi para cama; ela permanesceu até o final e apagou o fogo, tomou seu direito novamente e deitou-se junto a ele, descançando sua mão ao lado dele. Por um longo tempo eles moraram junto. Através dessa união com ela, ele cresceu ainda mais em riqueza. Sua bela aparência era prazerosa a ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Os homens do Ulster frequentemente organizavam grandes assembléias e encontros. Todos, tantos quantos poderiam ir, ambos homens e mulheres, foram à reunião. “Eu, também”, disse Crunnchu, “como todos os outros, irei à assembléia.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Não vá,” disse a esposa, “para que não corras perigo ao falar de nós; pois nossa união irá apenas continuar se tu não falares de mim na assembléia.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Eu não pronunciarei uma palavra.”, disse Crunnchu.</p>
<p style="text-align:justify;">Os homens do Ulster reuniram-se para o festival, Crunnchu também indo a esgeirar-se. Era um brilhante festival, não apenas em relação as pessoas, mas também aos cavalos e vestimentas. Lá ocorreram corridas e combates, torneios, jogos e procissões.</p>
<p style="text-align:justify;">À nona hora a carruagem real foi levada à arena, e os cavalos do rei continuaram o dia em disputas. Então bardos aparecera para enaltecer o rei e a rainha, os poetas e os druidas, sua familia, as pessoas e toda a assembléia. As pessoas gritaram: “Nunca antes foram vistos dois cavalos no festival como estes dois cavalos do rei: em toda Irlanda não há par mais veloz!”</p>
<p style="text-align:justify;">“Minha esposa corre mais rápido do que estes dois cavalos,” disse Crunnchu. “Segurem o homem,” disse o rei “e mantenham-no até sua esposa possa ser trazida à competição!”</p>
<p style="text-align:justify;">Isto foi rapidamente feito, e mensageiros foram despachados pelo rei para a mulher. Ela recepcionou os mensageiros e perguntou-lhes o que os levará lá. “Nós viemos para que você liberte seu marido, mantido prisioneiro ao comando do rei, pois ele gabou-se de tu seres mais veloz nos pés do que os cavalos do rei.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Meu marido falou levianamente,” ela disse, “não foi digno ele tê-lo dito. Quanto a mim, estou enferma e a ponto de dar à luz uma criança.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Ai de ti por isso,” disseram os mensageiros, “pois seu marido será posto à morte se não vieres.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Então preciso ir” ela disse.</p>
<p style="text-align:justify;">Imediatamente ela foi para a assembléia. Todos amontoaram-se para vê-la. “Não é honroso,” ela disse, “que eu deva ser vista nesta condição. Por que razão sou trazida para cá?”</p>
<p style="text-align:justify;">“Para correr em competição contra os dois cavalos do rei.”, clamava a multidão.</p>
<p style="text-align:justify;">“Ai de mim!” ela chorou, “pois está perto a minha hora.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Desembanhem suas espadas e levem aquele homem à morte.” disse o rei.</p>
<p style="text-align:justify;">“Ajudem-me,” ela chorou aos espectadores, “pois uma mãe fez nascer cada um de vocês. Dê-me, Ó Rei, apenas um curto adiamento, até que eu esteja livre.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Não será assim.”, replicou o rei.</p>
<p style="text-align:justify;">“Então vergonha sobre vocês que mostraram tão pouco respeito por mim,”, ela gritou. “pois vocês não tiveram piedade de mim, uma grávida. Infâmia cairá sobre vocês.”</p>
<p style="text-align:justify;">“Qual é teu nome?”, perguntou o rei.</p>
<p style="text-align:justify;">“Meu nome,” ela disse, “e o nome pelo qual devo parir, será para sempre o nome do local desta assembléia. Eu sou Macha, filha de Sainreth mac Imbaith (Estranho filho do Oceano). Traga os cavalos ao meu lado!” Assim foi feito e ela ultrapassou os cavalos e chegou antes no final do curso. Então ela soltou um grito de dor, mas Deus a ajudou, e ela pariu gêmeos, um filho e uma filha, antes dos cavalos alcançarem a chegada. Por isso o lugar é chamado “Emain Macha”, os “Gêmos de Macha”.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos que a ouviram gritar foram repentinamente tomados de fraqueza, de maneira que eles não tinham mais força que a mulher em sua dor. E ela disse, “Desta hora em diante a grande deshonra que vocês me inflingiram irá resultar em vergonha para cada um de vocês. Quando um tempo de opressão atingi-los, cada um de vocês que habita esta provincia será submetido a fraqueza, como a fraqueza de uma mulher no parto, e isso os afligirá por cinco dias e quatro noites; até a nona geração será assim.”</p>
<p style="text-align:justify;">Assim foi. Continuou dos dias de Crunnchu aos dias de Fergus mac Donnell, ou até o tempo de Forc, filho de Dallan, filho de Mainech, filho de Lugaid. Três classes de pessoas haviam sob quem a debilidade não tinha poder, ou seja, as crianças e mulheres do Ulster, e Cu Chulainn, pois ele não era descendente do Ulster; ninguém, além disso, que estava fora da provincia era atingido por ela.</p>
<p style="text-align:justify;">E esta é a causa do Noinden Ulad, ou a Debilidade dos Homens do Ulster.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/coilledharaich.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/coilledharaich.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/coilledharaich.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/coilledharaich.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/coilledharaich.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/coilledharaich.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/coilledharaich.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/coilledharaich.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/coilledharaich.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/coilledharaich.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/coilledharaich.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/coilledharaich.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/coilledharaich.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/coilledharaich.wordpress.com/80/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=80&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://coilledharaich.wordpress.com/2010/02/22/a-debilidade-dos-homens-do-ulster/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/fb155d0ea8f24b9abcb63e5de9fe6de9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Badolatto</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Cailleach</title>
		<link>http://coilledharaich.wordpress.com/2010/01/10/cailleach/</link>
		<comments>http://coilledharaich.wordpress.com/2010/01/10/cailleach/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 18:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Badolatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://coilledharaich.wordpress.com/?p=74</guid>
		<description><![CDATA[A Cailleach é uma das mais importantes e mais imponentes deidades dentro da mitologia das regiões gaélicas da Escócia. Mas ela é também uma figura complexa e inconstante, sendo por vezes mais adequado referimo-nos a ela como parte de um conjunto de divindades ou espíritos destrutivos denominados Na Cailleachan, também conhecidas como “As Bruxas da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=74&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Cailleach é uma das mais importantes e mais imponentes deidades dentro da mitologia das regiões gaélicas da Escócia. Mas ela é também uma figura complexa e inconstante, sendo por vezes mais adequado referimo-nos a ela como parte de um conjunto de divindades ou espíritos destrutivos denominados Na Cailleachan, também conhecidas como “As Bruxas da Tempestade”.</p>
<p style="text-align:justify;">A palavra <em>cailleach</em> significa “anciã” e deriva do Irlandês Antigo,<em> caillech, </em>véu (em irlandês atual, <em>caille</em>), o que evidencia uma proximidade ou mesmo derivação do latim <em>pallium</em>, cujo significado também é véu. Essa possibilidade é corroborada pela tendência das línguas gaélicas de trocar o ‘p’ pelo ‘c’ em palavras estrangeiras.</p>
<p style="text-align:justify;">No antigo poema irlandês, <em>Aithbe dam Bés mora</em> ou ‘O Lamento da Anciã de Beare’, uma figura que podemos facilmente identificar com a Cailleach fala:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p><em>(…) sech am tróg, am sentainne.</em></p>
<p><em>Ní feraim cobra milis; </em></p>
<p><em>ní marbtar muilt dom banais; </em></p>
<p><em>is bec, is líath mo thrilis; </em></p>
<p><em>ní líach drochcaille tarais.</em></p>
<p><em>Ní olc lim </em></p>
<p><em>ce beith caille finn form chinn;</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>(&#8230;) Não sou apenas miserável, mas sou uma velha</p>
<p>Não falo palavras adocicadas,</p>
<p>carneiros não são abatidos</p>
<p>para o meu casamento,</p>
<p>meu cabelo é escasso e cinzento,</p>
<p>ter um pobre véu sobre ele não causa desgosto.</p>
<p>Ter um véu branco em minha cabeça</p>
<p>não me causa tristeza.</p>
<p style="text-align:justify;">A origem da palavra <em>cailleach</em> como “velada” pode ser um indício de sua associação com a imagem da freira. Na Irlanda antiga esse era um termo que trazia uma forte conotação de uma mulher que nunca se casou ou que se casou com Cristo, e com a ascenção do cristianismo as personagens mitológicas e dedidades pagãs foram sendo transformadas e adaptadas para serem aceitas pela nova religião. Em contrapartida, em áreas mais remotas, a cultura gaélica preservou a figura da Cailleach como deusa e regente do inverno, e a associação dela com o véu é muito mais significativa em sua imagem originalmente pagã: a imagem de uma velha feiticeira. No folclore escocês, ela é retratada como uma mulher muito velha, enorme, com um só olho, penetrante e afiado como o gelo, a pele escura, azul, os dentes vermelhos como ferrugem, os cabelos brancos e um véu sobre eles. Todas suas roupas eram cinzentas e ela jamais era vista sem seu manto malhado sob os ombros.</p>
<p style="text-align:justify;">A Cailleach é uma divindade associada às forças mais brutais e destrutivas da Natureza, especialmente às forças do Inverno e da tempestade. Seu titulo mais conhecido é Cailleach Bheur. Este epíteto nos dá algumas possibilidades de interpretação: a palavra <em>bheur </em>é o genitivo de <em>beur</em>, cujos significados são “pontiagudo, afiado” assim como “claro, limpo”. É também a palavra para pico ou local de grande altitude. Esses significados ligam-se diretamente aos aspectos invernais dessa divindade, às características do gelo, da neve e das tempestades. A Cailleach também é, dentro das sobrevivências culturais, a construtora das montanhas e colinas, conectando-a, assim, aos lugares altos.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra possibilidade da etimologia do nome Cailleach Bheur encontra-se no registro mais antigo sobre ela, o já citado <em>Aithbe dam Bés mora, </em>O Lamento da Anciã de Beare. Esse poema, datado, aproximadamente, do ano 800, mostra a grande influência e passagem da mitologia irlandesa para as regiões da Escócia com a instalação do reino de Dál Riada. O título Anciã de Beare é, em irlandês antigo, <em>Caillech Bérri</em>, um possível cognato de <em>Cailleach Bheur</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de este ser seu nome mais difundido, ela é conhecida por muitas outras denominações em diferentes regiões. Na maior parte da Escócia, especialmente nas Highlands, ela é chamada Beira, Rainha do Inverno, enquanto que na lenda irlandesa, ela intitula-se Buí. Em algumas partes da Escócia é também chamada <em>Mag Moullach</em> e nas Lowlands de <em>Gyre-Carline</em>, sendo <em>carline</em> a palavra do Scots que corresponde a ‘mulher velha’. Na Ilha de Man é chamada de <em>Caillagh ny Groamagh</em>, Anciã Sombia, e <em>Caillagh ny Gueshag</em>, Anciã dos Feitiços, e é tida como um espirito da tempestade e do inverno, que aparece que no dia 1 de Fevereiro prenunciando como será o restante do ano. Um dia ensolarado denuncia que o ano será de má sorte. Na Escócia, a primeira colheita é dita como abençoada e a última amaldiçoada, recebendo o nome de <em>a’chailleach. </em>Outro nome interessante que ela recebe pelos habitantes da costa noroeste é Gentil Annie. Um apelido que pode ser sarcástico ou apaziguador, já que os pescadores atribuem a ela os ventos furiosos do começo da primavera.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas tradicionalmente a Cailleach não é apenas uma divindade destruidora. Como todas as deidades celtas, ela não possui um único aspecto ou função, mas uma multiplicidade. Sendo assim, a Cailleach é também uma deidade criadora. Tradicionalmente, ela é conhecida como sendo a mãe de todos os Deuses e Deusas, e também a responsável pela criação dos lagos, rios, montanhas e colinas. Uma das histórias antigas sobre a formação de alguns loch escoceses conta que Beira, Rainha do Inverno, tirava água todos os dias de uma fonte em Ben Cruachan, na região de Argyll. Todos os dias, ao nascer do sol, ela destampava a fonte e depois a tampava de novo quando o sol se punha. Um certo dia, por descuido, ela esqueceu-se de tampar a fonte e a água transbordou e jorrou, descendo pelas montanhas, rugindo como um mar furioso. E foi assim que veio a nascer o Loch Awe. Em outra ocasião, uma de suas empregadas, chamada Nessa, ficou responsável por destampar e tampar outra de suas fontes, localizada no condado de Inverness. No entanto, uma certa tarde, a moça de atrasou para cobrir a fonte e, quando ela aproximou-se, as águas saltaram em sua direção, fazendo-a correr por sua vida. Beira, sentada em Ben Nevis, a montanha que era seu trono, sentenciou: “Você negligenciou seu dever. Agora você correrá para sempre e nunca deixará a água.” A moça, então, transformou-se no Rio Ness e desembocou no meio de duas montanhas, formando assim o Lago Ness.</p>
<p style="text-align:justify;">A criação das duas montanhas que rodeiam o Lago Ness também foi atribuída à Cailleach. Uma das razões pelas quais Beira construía as montanhas era para servir-lhe como degrau, por seu enorme tamanho. Outra razão era para servirem de casas para seus filhos gigantes, que eram chamados de Fooar, um possível cognato do irlandês Fomóiri. Os Fomóiri são uma tribo de Deuses usualmente ligados ao mar, mas existem também fontes onde são associados a torres de vidro, que podemos interpretar como uma metáfora para os icebergs. Alguns deles, como Indech, um de seus reis, são ditos como filhos da deusa Domnann, posteriormente chamada de Domnu, uma figura obscura e pouco citada no <em>Lebor Gaballa Érenn</em>, o manuscrito que conta a chegada dos deuses à Irlanda e um dos textos mais importantes da mitologia irlandesa. Embora não haja muitas evidências que digam ter sido De Domnann mãe de todos os Fomóri, a relação entre ela e a Cailleach reforça-se ao vermos ambas como divindades primordiais que regem as forças naturais mais selvagens e indomáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">O fato de ela receber o nome de Gentil Annie também nos permite fazer algumas associações interessantes. A Cailleach é conhecida como a mãe dos Deuses e Deusas. Uma idéia muito difundida é que, dentro da mitologia irlandesa, esse papel seria atribuído a Dana ou Danu, como deusa progenitora das divindades da tribo, os Tuatha Dé Dannan. No entanto, nos estudos dos textos irlandeses uma confusão costuma ser feita entre os nomes Dana e Ana. O nome Dana é uma especulação a partir do possessivo Dannan, não aparecendo como mãe dos deuses no Lebor Gaballa Érenn, nem em nenhum outro manuscrito. Por outro lado, em algumas versões, a figura que aparece como a mãe dos Deuses, é Annand, que o Lebor Gaballa Érenn aponta como sendo o nome da Mórrighan, já que An Mórrighan, de acordo com a maioria dos estudiosos, significa A Grande Rainha (do Irlandês antigo <em>mor</em>, ‘grande’ e <em>ríogain, </em>‘rainha’), o que se encaixaria melhor como título, não como nome. O Lebor também indica como sendo dela as <em>Dá Chích Anann</em>, as Tetas de Ana, duas colinas redondas localizadas na província do Munster, o que a liga com as montanhas e colinas.</p>
<p style="text-align:justify;">As características em comum entre a Cailleach e a Mórrighan são bastante fortes: a ligação com o tempo de morte, escassez, mas também com a força do nascimento. As figuras aproximam-se, inclusive, na descrição física, especialmente quando observamos o seguinte trecho do final da Batalha de Mag Rath:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p>“Sobre sua cabeça guincha</p>
<p>Uma bruxa magra, rapidamente pulando</p>
<p>Sobre a posição das armas e escudos;</p>
<p>Ela é a grisalha Mórrighan.”</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, em outras redações do Lebor, a deusa que é tida como mãe dos Deuses é Brigit, conhecida na Escócia como Brìde. Interessante notar que na mitologia escocesa, a maior parte das lendas relata Brìde e a Cailleach sempre em oposição. Enquanto a Cailleach rege o período escuro do ano, Brìde rege o verão e os dias claros. No entanto, algumas outras lendas as retratam como sendo a mesma.</p>
<p style="text-align:justify;">O mito conta que ela nunca morria de velhice, pois todo começo de primavera ela bebia as águas mágicas da Fonte da Juventude nas Ilhas Verdes do Oeste. Algumas versões falam que ao beber dessa fonte, ela tornava-se uma jovem de cabelos loiros, bochechas rosadas e olhos azuis, vestindo o manto verde das pastagens e coroada com as mais diversas flores. Isso não explica apenas a possível identificação dela com Brìde, mas mostra, principalmente, a capacidade de regeneração dessa deidade e sua profunda ligação com os ciclos sazonais.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas regiões mais rurais da Escócia ela é celebrada em seu festival, o Latha na Cailliche, que ocorre por volta de 24 ou 25 de Fevereiro, visto como o dia em que seu reinado de inverno termina, dando lugar ao reinado de verão de Brìde.</p>
<p>FONTES:</p>
<p>CAMPBELL, J.F.<span style="color:#808000;"> <strong>Popular Tales of the West Highlands</strong></span>. Publ. em 1890.</p>
<p>CAMPBELL, J.G. <strong><span style="color:#808000;">The Gaelic Otherworld</span></strong>. Ed. Interlink Books, 2008.</p>
<p>CAREY, John. <strong><span style="color:#808000;">Transmutations of Immortality in the ‘The Lament of the Old Woman of Beare’</span>. </strong>School of Celtic Studies:<strong> </strong>Dublin Institute for Advanced Studies. Artigo disponível em: &lt;http://www.celt.dias.ie/publications/celtica/c23/c23-30.pdf&gt;</p>
<p>JONES, Noragh.<span style="color:#808000;"> </span><strong><span style="color:#808000;">Power of Raven, Wisdom of the Serpent</span>.</strong> Ed. Lindisfarne Press, 1995.</p>
<p>MACKENZIE, D.A. <strong><span style="color:#808000;">Wonder Tales from Scottish Myth and Legend</span>. </strong>Publ. Em 1917</p>
<p>SQUIRE, Charles. <strong><span style="color:#808000;">Mitos e Lendas Celtas.</span> </strong>Ed. Nova Era, 2003.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/coilledharaich.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/coilledharaich.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/coilledharaich.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/coilledharaich.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/coilledharaich.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/coilledharaich.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/coilledharaich.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/coilledharaich.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/coilledharaich.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/coilledharaich.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/coilledharaich.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/coilledharaich.wordpress.com/74/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/coilledharaich.wordpress.com/74/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/coilledharaich.wordpress.com/74/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=74&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://coilledharaich.wordpress.com/2010/01/10/cailleach/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/fb155d0ea8f24b9abcb63e5de9fe6de9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Badolatto</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Sinnsreachd</title>
		<link>http://coilledharaich.wordpress.com/2009/04/30/sinnsreachd/</link>
		<comments>http://coilledharaich.wordpress.com/2009/04/30/sinnsreachd/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 18:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Badolatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Traduções]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://coilledharaich.wordpress.com/2009/04/30/sinnsreachd/</guid>
		<description><![CDATA[Dentro do paganismo celta, um dos movimentos menos conhecidos, mas que vem se tornando cada vez mais difundido é o Sinnsreachd, do Gaélico Escocês, ‘Costume dos Ancestrais’. A seguir, uma tradução do site oficial do movimento Sinnsreachd, o An Cónaidhm na dTuath Gaelach, ou A Confederação Gaélica Tribal. Para ler o original, acesse: http://sinnsreachd.org/  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=66&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Dentro do paganismo celta, um dos movimentos menos conhecidos, mas que vem se tornando cada vez mais difundido é o Sinnsreachd, do Gaélico Escocês, ‘Costume dos Ancestrais’. A seguir, uma tradução do site oficial do movimento Sinnsreachd, o An Cónaidhm na dTuath Gaelach, ou A Confederação Gaélica Tribal. Para ler o original, acesse: <a href="http://sinnsreachd.org/">http://sinnsreachd.org/</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Sinnsreachd</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Publicado por </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">An Cónaidhm na dTuath Gaelach</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Tradução por Marcela Badolatto</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sinnsreachd é um movimento cultural gaélico politeísta tribal e religioso. O Sinnsreachd fundamenta seu cerne cultural, social e doutrina religiosa sob os costumes e superstições existentes na Irlanda e Escócia rurais, combinado com encarnações modernas de sociedade, cultura e leis costumeiras baseadas naquelas que existiam na Irlanda e Escócia antes da chegada do Cristianismo. Enquanto observadores externos por vezes rotulam o Sinnsreachd como uma religião “neopagã”, seus praticantes acham este termo altamente ofensivo devido à associações com religiões sincréticas modernas como a Wicca, que são vistas como fés auto-indulgentes, o que é anátema à ideologia Sinnsreachd.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sinnsreachd é uma palavra em Gàidhlig (gaélico escocês) que significa, no contexto, “Costumes dos Ancestrais”, apesar de Sinnsearachd ser um termo mais específico que também é usado. Partidários do Sinnsreachd referem à si próprios como Sinsearaí, Sinsearaithe no plural, usando a palavra em Gàidhlig para a crença e em Gaeilge para o seguidor da crença. O termo Sinsreach possui múltiplos significados dependendo do contexto, incluindo sucessão, ancestralidade, etc., mas neste contexto é usado para referir-se aos costumes dos ancestrais de alguém e implica que este alguém siga esses costumes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Membros das crenças Sinnsreachd não aceitam os rótulos de “pagãos” ou “neopagãos”, preferindo que sua fé seja simplesmente chamada de Sinnsreachd ou Sinnsearachd. Eles descrevem o Sinnsreachd como uma religião cultural politeísta, referindo-se aos vários deuses Sinnsreachd e sua inseparável relação entre a cultura e as crenças religiosas que seguem. Enquanto eles acham o termo “bárbaro” aceitável em certas medidas, eles estão rapidamente percebendo que esse termo é mais acuradamente usado hoje para descrever religiões politeístas Gemânicas ou Nórdicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">História</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">As origens históricas do Sinnsreachd são difíceis de definir devido a uma série de razões, não menos do que a falta inicial de organizações ou literatura. Diferente de religiões Germânicas similares como o Ásatrú, os praticantes do Sinnsreachd não se organizaram ou tornaram-se uma entidade pública até o começo de 1990, e, assim, há pouco para apontar as origens exatas da religião. Parece que o Sinsreachd desenvolve-se independentemente e através de linhas similares em vários lugares, incluindo Escócia, Estados Unidos e Austrália, a partir do final de 1970, progressivamente. Muito disso parece ter sido relacionado com ou inspirado pelos revivalistas religiosos Germânicos contemporâneos e pela espiritualidade semi-Celta que veio a tona naquela época, apesar do movimento Sinnsreachd não ser diretamente baseado neles, tampouco. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sendo que o Sinnsreachd não tem sido uma religião historicamente centralizada, não há um único corpo organizado para o qual alguém possa se voltar para conseguir um entendimento de quando isso começou e por que. Praticantes declaram que seus Deuses os inspiraram a achar sua herança e fé, enquanto outros declaram que parece ter sido uma versão Gaélica temperada dos revivalistas Germânicos, ocorrendo na metade/fim do século XX.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sociedade e Cultura</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sinnsreachd é uma religião que envolve elementos culturais seculares, embora seja, frequentemente, dita, ao invés, como uma cultura com elementos religiosos entrelaçados à ela. Em uma análise objetiva, parece ser uma divisão de, aproximadamente, 60% cultura, 40% religião. Não há um corpo central que fiscalize ou dite os costumes, cultura ou crenças religiosas do Sinnsreachd, mas os praticantes reconhecem uns aos outros baseados em sua aderência às doutrinas culturais e religiosas que estão nas mesmas linhas gerais. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Socialmente, o Sinnsreachd é uma fé tribal, agrupado em pequenos a médios grupos baseados em famílias no estilo tribal. O menor desses grupos é a ‘família’, chamada teaghlach, plural teaghlaigh, englobando uma família de pessoas vivendo sob um mesmo teto ou em uma família geral como uma fazenda. O próximo grupo maior é o grupo de ‘parentes’, ou fine, finte no plural (plural fineachan em Gàidhlig), que compreende todos em um grupo familiar particular ligados pelo sangue ou casamento de um ancestral comum. Diferentes variedades desses grupos de parentes existem, mas a versão mais comumente vista é o dearbhfine, dearbhfhinte no plural (plural dearbhfineachan em Gàidhlig), que são todas as pessoas que descendem de um ancestral comum acima de quatro gerações.<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O maior grupo organizacional do Sinnsreachd é chamado tuath, tuatha no plural, ou clann, clanna no plural. A tuath tem sido, a grosso modo, equacionada para significar “tribo”, e é considerado assim um grupo com todos os membros da fé Sinnsreachd em um corpo coeso vivendo em uma área geográfica em comum. Poderia ser considerado o equivalente Sinnsreachd de uma diocese, mas alguns iriam discutir essa declaração.<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A organização social destes corpos é compreendida de classes hierárquicas de pessoas, geralmente remetendo a castas. Essas castas são baseadas na ocupação e posição dentro da tribo. Exemplos de tais castas incluiriam artesãos, guerreiros, poeta, religiosos, preservadores da sabedoria, fazendeiros, etc. A liderança é designada à um chefe, chamado taoiseach ou ri, e uma forma de parlamento tribal montado com o “cabeça” de cada grupo parental, chamado ceann fine ou ceanna fine no plural (cinn fineachan em Gàidhlig).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Crenças Religiosas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A origem da teologia, cultura, misticismo e costumes do Sinnsreachd vem de uma diversidade de fontes, incluindo costumes e superstições familiares, tradições ainda encontradas em comunidades Gaélicas da Irlanda e Escócia, costumes e tradições registradas nesses países no século XIX e começo do século XX, assim como dos imigrantes falantes de Gaélico nas Américas e Austrália, leis costumeiras encontradas dentro das Fénechas (também conhecidas como Leis Brehon), e de histórias religiosas e sabedoria registradas em manuscritos do Leabhar na Núachongbála (O Livro de Leinster), Leabhar na nUidre (O Livro da Vaca Parda), Leabhar Baile na Mhota (O Livro de Ballymote), Leabhar Mor Mhic Fhir Bhisigh (O Grande Livro de Lecan), Leabhar Buidhe Lecain (O Livro Amarelo de Lecan) e o Leabhar Feirmoithe (O Livro de Fermoy).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Os membros do Sinnsreachd compilam esses elementos através de décadas de pesquisa e os compilam em uma fé coesa, modernizando e descristianizando as leis, tradições e histórias religiosas e costumes encontrados nos já mencionados manuscritos. O resultado final é uma interpretação moderna da cultura e crenças gaélicas da Idade do Ferro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">As bases da fé Sinnsreachd são universais, porém muitos dos detalhes menores podem diferir de organização para organização. Essas bases incluem a veneração dos Deuses Tuatha de Dannan, particularmente as deidades centrais Nuada, Lugh, an Mórríghan, Dana/Danu, Goibhniu, Manannan Mac Lír, Dian Cecht, an Dagda, Bríd (também conhecida como Brighid) e Bóann. Outros aspectos universais do Sinnsreachd são as celebrações dos quatro festivais do fogo – Samhain, Imbolc (ou Oímelc), Bealtaine e Lughnasadh – como festas e celebrações tribais, a aderência a um código de éticas e morais explicadas em vários poemas chamados Tríades, a crença em um pós-vida e reencarnação, veneração dos espíritos ancestrais e reconhecimento dos espíritos dos três reinos considerados sagrados pelo Sinnsreachd – Terra, Mar e Céu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Políticas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Organizações Sinnsreachd possuem membros que transpõe todo o espectro político das nações em que estão localizados. A maioria dos participantes são membros dos já mencionados grupos tribais e praticam sua fé comumente. Eles são, no entanto, um número de auto-identificados ‘praticantes solitários’ que praticam sua religião sozinhos com suas famílias, muitas vezes devido à falta de um grupo tribal próximo. Apesar das diferenças entre crenças e políticas, o denominador comum entre os aderentes ao Sinnsreachd são os objetivos de reviver e praticar as bases da cultura e crenças dos Gaélicos pré-cristãos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Praticantes de Sinnsreachd são geralmente tolerantes sobre muitos problemas, parecendo preferirem uma abordagem de ‘viva e deixe viver’, mas há a visão extremamente negativa sobre sexismo (contra qualquer gênero) e racismo. Praticantes de Sinnsreachd parecem não ter preconceitos de um caminho ou outro no qual estão inseridos aqueles que escolheram para lideres ou em posições baseadas no gênero. Do mesmo modo que muitas críticas foram feitas aos praticantes de Sinnsreachd como sendo obsessivos pela linhagem sanguínea, não há doutrina ou uma postura fixa sobre linhagem sanguínea ou mesmo sobre herança étnica. Ao contrário, eles declaram que a cultura importa mais que o sangue, e que qualquer um que siga sua cultura é uma parte disso, independente da etnia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/coilledharaich.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/coilledharaich.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/coilledharaich.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/coilledharaich.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/coilledharaich.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/coilledharaich.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/coilledharaich.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/coilledharaich.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/coilledharaich.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/coilledharaich.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/coilledharaich.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/coilledharaich.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/coilledharaich.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/coilledharaich.wordpress.com/66/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=66&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://coilledharaich.wordpress.com/2009/04/30/sinnsreachd/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/fb155d0ea8f24b9abcb63e5de9fe6de9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Badolatto</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Um Ensaio sobre o Sacrifício</title>
		<link>http://coilledharaich.wordpress.com/2009/02/10/um-ensaio-sobre-o-sacrificio/</link>
		<comments>http://coilledharaich.wordpress.com/2009/02/10/um-ensaio-sobre-o-sacrificio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 14:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Badolatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Traduções]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://coilledharaich.wordpress.com/2009/02/10/57/</guid>
		<description><![CDATA[Tradução do original "An Essay on Sacrifice" por Erynn Rowan Laurie<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=57&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:center;" align="center"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">UM ENSAIO SOBRE O SACRIFÍCIO</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:center;" align="center"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Por Erynn Rowan Laurie</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:center;" align="center"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Tradução Marcela Badolatto<br />
</span><em><span style="font-size:8pt;color:black;font-family:Verdana;">Todos os direitos são reservados à autora. Proibida a reprodução total ou parcial da obra sem a autorização da mesma.</span></em><em><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></em></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Uma das funções primárias do sacrifício é a renovação do cosmos. No mito nórdico, nós temos, se me recordo corretamente, o gigante Ymir que é morto e cujo corpo cria o cosmos. Isso é paralelo à cosmologia Hindu, onde o sacrifício feito pelos Brâmanes renova um ser divino, cósmico, cujo corpo cria o universo. Embora nós não tenhamos um mito Celta da criação preservado em arquivos escritos e orais, creio que seria razoável pensar que o mito deles provavelmente seguisse esse mesmo padrão.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Se a criação requer morte e desmembramento para ocorrer, então seria de se compreender que somente o sacrifício de algo vivo seria capaz de realizar um sacrifício cosmológico. Isso não quer dizer que sacrifícios monetários, ou outros sacrifícios, não possam ser feitos sob outras circunstâncias. Eles obviamente eram feitos, e a partir do que outras pessoas aqui disseram, esse método continua sendo usado, embora mais em um contexto de presente para os Deuses do que de renovação do cosmos. Mauss diria que esse tipo de presente sacrificial cria um relacionamento mútuo entre os Deuses e a humanidade que requer um presente recíproco dos Deuses de inescassez de comida, abrigo e de outras substâncias necessárias à sobrevivência. Mas como eu havia dito, esses presentes trocados não renovam o cosmos em um sentido teológico. Eles servem para renovar laços de comunidades. Uma importante tarefa, para ser clara, mas não do ponto do sacrifício cosmológico.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Alguns antropólogos e historiadores têm especulado que ao sacrifício de animais seguia-se um período de sacrifícios de humanos como veículo da renovação cósmica. Nós sabemos que os Celtas sacrificavam prisioneiros de guerra e ocasionalmente outros humanos em alguns rituais, então eles não abandonaram completamente aquela fase de sacrifício. Creio que, nesse caso, talvez o que estejamos vendo sejam presentes para os Deuses, ou a troca de uma vida por outra no campo de batalha no caso de prisioneiros de guerra. Hipoteticamente falando, os guerreiros de “nossa tribo” eram bem sucedidos e poucos eram mortos, mas a guerra é uma arena de morte e certa perda de vida é esperada ou talvez jurada como uma parte da celebração da vitória, então prisioneiros da “tribo deles” eram sacrificados como uma substituição por “nossos” guerreiros ou como presentes para a deidade dos guerreiros. Outros sacrifícios humanos podem servir como mensageiros para os Deuses, carregando pedidos e informações que não podem ser confiados a oferendas menores. Um sacrifício humano, particularmente como um sacrifício de edificação, pode servir como guardião espiritual para a estrutura sendo construída. Mas em certo ponto, o sacrifício de animais parece ter se tornado um substituto para o sacrifício humano em cerimônias de renovação do cosmos, assim como em outros tipos de sacrifícios, e então isso parece ter sido precedente para mudanças consideráveis nesse tipo de ritual. Nós não estamos, então, buscando “uma desculpa para parar de executar sacrifícios”, mas sim um caminho teológico válido para transformar o sacrifício, mantendo ao mesmo tempo seu foco e impacto, como foi feito na suposta transformação de sacrifício humano para animal. Acredito que podemos discutir uma substituição valida para o corpo e alma de um animal.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Sabemos da história de Miach e Airmid, e da descrição de Alexei do herbalismo Bretão, que ervas eram associadas a diferentes partes do corpo – uma erva para cada articulação e tendão, assim era. Podemos dizer que o corpo pode ser criado, construído de ervas. Blodwedd é um exemplo de ser humana viva, magicamente criada a partir de nove tipos de ervas. Também sabemos de um texto médico galês medieval, e da tradição irlandesa, que o corpo é relacionado com o universo no pensamento Celta. Os olhos podem ser as estrelas, o sol ser a face, a respiração ser o vento, as rochas como ossos, a água como sangue, o solo como a carne, etc. Eu diria que através dessas associações, um corpo “humano” vivo pode ser criado de certas plantas ritualmente apropriadas para servir como veículo da renovação cósmica. Nesse caso, a morte e desmembramento do “corpo herbal” serviria como a força viva que é a origem da criação cósmica.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">O sacrifício de plantas não deve ser invalidado como sacrifício de eficácia espiritual. As plantas têm espírito consciente, não menos que humanos ou animais. De fato, eu diria que as plantas são mais importantes que humanos ou animais no sentido biológico, pois sem plantas, a energia do sol não pode ser transformada em comida e nenhuma vida poderia existir sem elas. As plantas podem existir sem nós, mas sem elas não há possibilidade de vida animal independente. A força vital de uma planta pode, então, ser considerada tão pura e aceitável para o sacrifício como a vida de uma vaca, ou de um ser humano. Do ponto de vista da primazia, elas deveriam ser consideradas mais aceitáveis, mais puras, já que elas estão mais perto da fonte primordial da energia solar do que nós. Plantas individuais carecem somente da construção social do corpo humano completo para serem um aceitável substituto para o ser humano. Mas como nós vimos, isso pode ser feito através do ritual.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">A questão torna-se, então, que plantas seriam apropriadas como sacrifício? Quantas, e o que elas devem simbolizar? Há diversas maneiras de abordarmos essa questão. Uma delas é examinar a lista das nove ervas das quais Blodwedd foi criada, sabendo que, juntas, elas serviram para criar um ser humano vivo. Nove, é claro, é um número ritual básico e significativo dentre o povo Celta. Ele é um número de perfeição e totalidade. Acredito que, sem levar em consideração que critério utilizamos para estabelecer uma lista de plantas apropriadas, elas deveriam ser nove em número. </span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Uma aproximação que poderíamos usar para escolher as plantas apropriadas é ver suas funções. Como um exemplo, plantas são usadas como comida (aveia), como remédio (dedaleira), como fibra (linho), como combustível (amieiro) e para alterar propriedades mentais (beladona). Podemos examinar a sabedoria herbal dos Celtas e escolher plantas dessas categorias que também representem as várias partes do corpo para usar como sacrifício. Plantas usadas como enteógenos me parecem perfeitamente apropriados para usar, simbolizando a alma da existência cósmica, por exemplo, ou para simbolizar a cabeça que é o assento da alma, e a abóbada dos céus. Plantas comestíveis podem simbolizar a carne. As medicinais podem servir para simbolizar diferentes partes do corpo, já que elas são usadas para lidar com diferentes órgãos e partes do corpo. Plantas fibrosas podem simbolizar o cabelo, ou a pele cobrindo o corpo. Plantas que servem como combustível podem representar a centelha da vida, mas elas podem, claro, ser usadas para queimar o sacrifício durante o ritual, então talvez elas não sejam necessárias na construção do corpo de ervas.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Fazendo esse tipo de sacrifício, acredito que as plantas devam ser frescas. A força vital deve estar nelas ainda, de modo que o sacrifício seja útil ou válido. Saindo e comprando raízes e folhas secas, elas simplesmente não contém as mesmas energias que cultivar ou colher as plantas apropriadas. Não pode ser um sacrifício de vida e espírito se o espírito e o poder da vida fresca se foi das plantas seis meses atrás. A falta de espírito invalidaria o sacrifício como um ritual significante, intencionando nos conectar com a necessidade de uma morte imediata e sensível em preparação para a criação cósmica. Existe pouco impacto emocional em queimar a poeira seca das folhas, enquanto a queima de plantas colhidas frescas nos conecta com a morte do ser verde. A seiva da vida deve estar correndo dentro delas, preferivelmente tendo sido colhidas em um ritual de não mais de um dia antes do sacrifício. Como o sacrifício de um animal ou ser humano, as plantas usadas devem estar livres de manchas, assim o mundo quando renovado será da mesma forma perfeito em corpo e potencial.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Embora na sabedoria Celta as associações de plantas com o corpo seja um conhecimento essencial, creio que também temos que considerar as implicações em tentar sacrificar plantas que não crescem naturalmente no solo nativo, sem contar a dificuldade de obter materiais frescos de ervas não-nativas. Que plantas locais carregam o mesmo significado simbólico que as plantas rituais da Europa Celta? Como Celtas modernos, espalhados por todo o globo e nascidos de diferentes bases étnicas, acredito que devemos renovar o cosmos local através do uso de plantas nativas para este tipo de sacrifício. Isso necessita observação atenta da sabedoria local das plantas, e o desenvolvimento de relacionamentos com os espíritos das plantas nativas, assim começamos a entender como elas se encaixam no corpo herbal. A criação de Blodwedd em Minnesota será diferente da criação em Gales, diferente também em Sydney ou em Vladivostok. Se nossa espiritualidade inclui uma profunda e verdadeira conexão com a terra em que vivemos, devemos levar essas coisas em consideração e desenvolver a teologia do lugar e o que Gary Snyder se refere como reabitação. A essência da terra onde vivemos deve penetrar em nós física e espiritualmente, deve nos conectar com os espíritos do local.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Alguns rituais necessitariam ser divididos para colher as nove diferentes plantas escolhidas e “dá-las à luz” juntas como um ser vivo, integral no sentido de um corpo cósmico e divino. Teríamos que transformá-las de um grupo separado de seres-planta no corpo divino do sacrifício, para unificar seus espíritos em uma única alma perfeita. Isso, é claro, não é necessário no caso de animais ou humanos, porque eles já são um único, separado, corpo e força vital.<a name="_ednref1" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_edn1"><span class="MsoEndnoteReference"><span><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">[1]</span></span></span></span></a> O encantamento que cria Blodweed deve ser falado, assim como era. Deste ponto, o sacrifício pode preceder com o ritual de morte e desmembramento, com a queima das plantas para liberar o espírito-corpo e suas partes componentes no ato de renovação cósmica.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">A próxima questão é: quem lida com esse tipo de sacrifício. Na sociedade Celta, os Druidas clamavam que eles haviam criado o universo, e através dessa forma de sacrifício, pode ser dito que eles de fato o fizeram. Druidas atuavam como sacerdotes sacrificadores de acordo com os Gregos e Romanos que os encontraram na Gália, e eram capazes de banir indivíduos do sacrifício se eles violassem as leis da tuath.<a name="_ednref2" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_edn2"><span class="MsoEndnoteReference"><span><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">[2]</span></span></span></span></a> Entre os Hindus, são os Brâmanes que dirigem esses sacrifícios. O sacrifício cosmológico realmente é algo que pode ser conduzido em um molde igualitário, com qualquer celebrante de fora capaz de representar o papel do sacerdote/sacerdotisa sacrificador? Qualquer um que esteja ritualmente purificado será aceitável como sacrificador? Deverá o sacrificador ser alguém que nunca matou em batalha? Um que não tenha violado certas leis da terra? Se pessoas podem ser banidas da participação do sacrifício como observadores, isso mantém a razão de que alguns crimes certamente desqualificariam pessoas de realmente fazerem o sacrifício. Se essas coisas são importantes, deve ser exigido que aquele que regerá o sacrifício seja alguém identificado como Druida? Alguém que tenha, no mínimo, estudado a sabedoria e teologia celta o bastante para entender as implicações do sacrifício e da renovação? Se for um sacrifício animal ao invés de um sacrifício herbal, é também essencial que o sacrificador seja experiente na execução de animais, para que o sacrificado não sofra desnecessariamente.<a name="_ednref3" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_edn3"><span class="MsoEndnoteReference"><span><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">[3]</span></span></span></span></a> É óbvio que algum treinamento seria, no mínimo, exigido para o efetivo sacrifício de um animal.</span></p>
<p style="line-height:15.75pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Qual deve ser, no ritual, o estado mental requerido do sacrificador? Obviamente, há muito mais nisso do que a ação de sacrificar. Realizar o ritual sem a intenção adequada e o estado de purificação espiritual adequado, seria mais sacrilégio do que sacrifício. Alcançar a intenção e o estado de pureza adequados é provavelmente trabalho de muitos anos de treinamento e meditação, e uma certa soma de ascese. Ao menos, deve ser capaz de conduzir o ritual enquanto mantém o devido estado mental e visualizações, sem cair em distrações. A forma externa do ritual deve ser feita impecavelmente, sem ler roteiros em pequenos papéis. A intenção e o foco dos assistentes e das testemunhas do ritual devem ser igualmente puros, no entanto, talvez, não tão rígidos quanto o estado daquele que irá fisicamente realizar o sacrifício. Qualquer coisa a menos pode danificar a renovação, se seguirmos a lógica do próprio ritual. Se levarmos isso a sério, essas considerações embatem a idéia de que qualquer um que queira pode realizar um sacrifício cosmológico, seja animal ou herbal, sem antes praticar intensamente ambas técnicas, externa e interna, e estudar as implicações teológicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:15.75pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<div><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<hr size="1" /></span></div>
<div id="edn1">
<p class="MsoEndnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_edn1" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ednref1"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">[1]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> N.t.: Não confundir com a popular doutrina pertencente a algumas religiões de que plantas (ou animais) possuem alma coletiva. A autora deixa claro que as plantas, tanto quanto humanos e animais, possuem alma individual, no entanto, carecem da composição corporal semelhante, necessária ao sacrifício, já que esse mesmo sacrifício é uma substituição ao sacrifício humano.</span></p>
<p class="MsoEndnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</div>
<div id="edn2">
<p class="MsoEndnoteText" style="margin:0;"><a name="_edn2" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ednref2"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">[2]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US"> N.t.: Tuath significa tribo. </span></p>
<p class="MsoEndnoteText" style="margin:0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US"> </span></p>
</div>
<div id="edn3">
<p class="MsoEndnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_edn3" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ednref3"><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">[3]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> N.t.: Dentre as comunidades Reconstrucionistas Celtas, especialmente as rurais, o sacrifício animal não foi banido, como no neo-druidismo em geral. Muitos RCs sacrificam seus animais em rituais, honrando suas almas, especialmente por não concordarem com os atuais métodos de abate, já que só se sacrificam os animais que servirão de alimento para a comunidade.</span><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
</div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/coilledharaich.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/coilledharaich.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/coilledharaich.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/coilledharaich.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/coilledharaich.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/coilledharaich.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/coilledharaich.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/coilledharaich.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/coilledharaich.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/coilledharaich.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/coilledharaich.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/coilledharaich.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/coilledharaich.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/coilledharaich.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=57&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://coilledharaich.wordpress.com/2009/02/10/um-ensaio-sobre-o-sacrificio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/fb155d0ea8f24b9abcb63e5de9fe6de9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Badolatto</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Cànan nan Gàidheal</title>
		<link>http://coilledharaich.wordpress.com/2009/01/31/canan-nan-gaidheal/</link>
		<comments>http://coilledharaich.wordpress.com/2009/01/31/canan-nan-gaidheal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 01:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Badolatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Músicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://coilledharaich.wordpress.com/?p=23</guid>
		<description><![CDATA[Olá a todos e sejam bem-vindos. Este é a primeira postagem do Coille Dharaich, e aproveitando o festival de Lùnasdal, para inaugurar o blog, escolhi colocar aqui a letra e tradução de uma música em Gàidhlig (gaélico escocês). Essa canção foi escrita por Murchadh MacPharlain (ou Murdo MacFarlane, também conhecido como Bardo Mealbhoist) nos anos 70. Ela chama-se Cànan nan Gàidheal, Linguagem dos Gaélicos, e exalta a cultura e língua escocesas. <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=23&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Olá a todos e sejam bem-vindos. Este é a primeira postagem do Coille Dharaich, e aproveitando o festival de Lùnasdal, para inaugurar o blog, escolhi colocar aqui a letra e tradução de uma música em Gàidhlig (gaélico escocês). Essa canção foi escrita por Murchadh MacPharlain (ou Murdo MacFarlane, também conhecido como Bardo Mealbhoist) nos anos 70. Ela chama-se Cànan nan Gàidheal, Linguagem dos Gaélicos, e exalta a cultura e língua escocesas.</span></p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Cànan nan Gàidheal</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Tradução por Marcela Badolatto</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<div>
<table class="MsoNormalTable" style="width:100.16%;margin:auto auto auto -2.9pt;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Gaìdhlig</span></span></strong></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Português</span></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Cha b&#8217;e sneachda &#8216;s an reothadh o thuath</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Não foi a neve ou geada do norte</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Cha b&#8217;e an crannadh geur fuar on ear</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Nem o cortante, seco vento leste</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Cha b&#8217;e an t-uisge &#8216;s na gaillionn on iar</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Nem chuvas e tempestades ocidentais</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Ach an galar a bhlian on deas</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Mas a praga que veio do sul</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Blàth, duilleach, stoc agus freumh</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Para destruir flor, folha, caule e raiz</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Cànan mo threubh is mo shluaidh</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">A língua do meu povo e da minha raça</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Sèist</span></em></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Refrão</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Thig thugainn, thig cò&#8217; ruim gu siar</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Venha a nós, venha comigo para o oeste</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Gus an cluinn sinn ann cànan nam Fèinn</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">E ouça a linguagem dos Heróis</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Thig thugainn, thig cò&#8217; ruim gu siar</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Venha à nós, venha comigo para o oeste</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Gus an cluinn sinn ann cànan nan Gàidheal</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">E ouça a linguagem dos Gaélicos</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Nuair chithear fear fèilidh &#8216;s a&#8217; ghleann</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Se um homem de kilt for visto no vale</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Bu chinnteach gur Gàidhlig a chainnt</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Certamente o Gaélico era sua língua</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Nuair spìon iad a fhreumh às an fhonn</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Então ele arranca suas raízes da terra</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">An àite Gàidhlig tha cànan a&#8217; Ghoill</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">E recoloca o Gaélico como a linguagem do Goill</span></em><a name="_ftnref1" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">[1]</span></span></span></span></span></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Is Ghaidhealtachd creadhal nan sonn</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">E as Terras Altas, uma vez berço do valente</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">&#8216;S tìr &#8220;mhajors&#8221; is &#8220;cholonels&#8221; &#8216;n-diugh innt&#8217;</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">É agora a terra de majores e coronéis forasteiros</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Thoir a-nuas dhuinn na coinnleirean òir</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Tirando o candelabro de ouro</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">&#8216;S annta càraibh na coinnlean geal, cèir</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">E colocando as velas brancas</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Lasaibh suas iad an seòmar a&#8217; bhròin</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Ilumina-os no quarto de luto</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Taigh aire seann chànan a&#8217; Ghàidheil</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Guarda uma trilha para a antiga língua dos gaélicos</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Se siud o chionn fhad&#8217; thuirt an nàmh</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Isso é o que o inimigo disse uma vez</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Ach fhathast tha beò cànan a&#8217; Gàidheal</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Mas a linguagem dos gaélicos continuou a existir</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Ged a theich i le a beath&#8217; às na glinn</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Apesar dele fugir de sua existência nos vales</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Ged na cluinnear a-nis muigh i san Dùn</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">E não poder mais ser ouvido no Dùn</span></em><a name="_ftnref2" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">[2]</span></span></span></span></span></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">O Dhùthaich Mhic Aoidh fada tuath</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Da distante província de MicAoidh</span></em><a name="_ftnref3" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftn3"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">[3]</span></span></span></span></span></a><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;"> no norte</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Gu ruig thu Druim Uachdair nam bò</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Descendo para Druim Uachdair</span></em><a name="_ftnref4" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftn4"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">[4]</span></span></span></span></span></a><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;"> dos gados</span></em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">&#8216;S iathadh nan Eileanan Siar</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Mas nas Eileanan Siar</span></em><a name="_ftnref5" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftn5"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">[5]</span></span></span></span></span></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:46.36%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="46%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="EN-US">Si fhathast ann ciad chainnt an t-slòigh</span></p>
</td>
<td style="width:53.64%;background-color:transparent;border:#e2e2e2;padding:0;" width="53%">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><em><span style="font-size:8pt;font-style:normal;font-family:Verdana;">Ele se mantém como a primeira linguagem do povo</span></em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> </span></p>
<div>
<hr size="1" />
<div id="ftn1">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_ftn1" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">[1]</span></span></span></span></a><span style="font-size:x-small;font-family:Times New Roman;"> </span><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Goill ou Gall, é a palavra no gaélico escocês que designa um habitante das Galldachd (Terras Baixas) ou então um escocês que não fala gaélico.</span></p>
</div>
<div id="ftn2">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_ftn2" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">[2]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> Dùn significa colina, monte, e geralmente é usado em nomes de cidades na Escócia, como Edimburgo (Dùn Èideann)</span></p>
</div>
<div id="ftn3">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_ftn3" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref3"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Verdana;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">[3]</span></span></span></span></span></a><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;"> </span></span><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Dùthaich MhicAoidh, anglicanizado como província Mackay, é o nome dado em gàidhlig às regiões norte e noroeste de Sutherland, estado localizado nas Gàidhealtachd (Terras Altas). Dùthaich MhicAoidh, (também tradicionalmente conhecido em inglês como Strathnaver) recebeu este nome por ter sido habitação de um grande e poderoso clã, o Clann MhicAoidh, ou Clan Mackay.</span></p>
</div>
<div id="ftn4">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_ftn4" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref4"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Verdana;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">[4]</span></span></span></span></span></a><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;"> </span></span><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Druim Uachdair é uma região entre o norte e o sul das Gàidhealtachd centrais, conhecida em inglês como Drumochter.</span></p>
</div>
<div id="ftn5">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_ftn5" href="http://coilledharaich.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref5"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Verdana;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">[5]</span></span></span></span></span></a><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;"> </span></span><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Eileanan Siar é o nome para as Ilhas Ocidentais, localizadas na costa noroeste da Escócia.</span></p>
</div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/coilledharaich.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/coilledharaich.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/coilledharaich.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/coilledharaich.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/coilledharaich.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/coilledharaich.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/coilledharaich.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/coilledharaich.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/coilledharaich.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/coilledharaich.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/coilledharaich.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/coilledharaich.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/coilledharaich.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/coilledharaich.wordpress.com/23/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=coilledharaich.wordpress.com&amp;blog=6339885&amp;post=23&amp;subd=coilledharaich&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://coilledharaich.wordpress.com/2009/01/31/canan-nan-gaidheal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/fb155d0ea8f24b9abcb63e5de9fe6de9?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Badolatto</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
